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Quanto Custa Criar um Site Profissional em 2026 [Preços Reais para PME]

Tabela de preços 2026: o mercado cobra R$5–14 mil, mas uma PME resolve entre R$1.800 e R$5.000. Veja o que deve estar incluso e como ler um orçamento.

20/08/2026

Quanto Custa Criar um Site Profissional em 2026 [Preços Reais para PME]

Você pesquisou "quanto custa criar um site profissional" e encontrou R$5.000 a R$14.000 para um institucional completo. O número existe, é real e tem fonte — mas não é o seu número. Uma pequena ou média empresa brasileira resolve um site completo (páginas de serviços, blog, depoimentos, formulário de orçamento) entre R$1.800 e R$5.000, parcelável em 6x sem juros. A diferença entre as duas faixas não é qualidade: é processo. Agência que constrói cada site do zero cobra dias de trabalho manual; agência com plataforma própria já tem a estrutura pronta e coloca as horas em estratégia, texto e SEO.

Este guia entrega três coisas que a maioria dos artigos de preço não entrega. Primeiro, a tabela mais completa que você vai encontrar — landing page, institucional, blog com SEO, loja virtual e sistema sob medida, com o que o mercado cobra e o que a PME realmente paga. Segundo, o que precisa estar incluso em cada faixa — porque preço sem escopo não significa nada. Terceiro, como ler um orçamento e identificar o barato que sai caro antes de assinar.

Sem "depende". Com números.

Resposta rápida: tabela de preços de criação de sites em 2026

A tabela abaixo cruza dois recortes: o que o mercado brasileiro cobra em 2026 (faixas de referência de portais de orçamento como QueroSite, Nuvemshop e UpSites) e a faixa realista para uma pequena ou média empresa que contrata uma agência com plataforma própria.

Tipo de siteO que o mercado cobra (2026)Faixa realista para PME
Landing page (1 página, campanha)R$1.200 – R$5.500a partir de R$1.200
Landing page com checkout/pagamentoR$4.000 – R$12.000R$2.500 – R$6.000
Site institucional simples (até 5 páginas)R$2.500 – R$7.000R$1.800 – R$2.400
Site institucional completo (serviços/produtos, depoimentos, orçamento, contato)R$5.000 – R$14.000R$2.400 – R$5.000
Site com blog + SEO técnicoR$7.000 – R$18.000R$2.400 – R$5.000 (blog já incluso)
Loja virtual até 50 produtosR$5.000 – R$14.000R$4.000 – R$9.000
Loja virtual até 500 produtosR$12.000 – R$40.000R$10.000 – R$25.000
E-commerce de operação grandeR$30.000 – R$150.000+fora do escopo de PME padrão
Sistema web sob medida (portal, área do cliente, integrações)R$20.000 – R$200.000+a partir de R$8.000 (projeto, não site)
Freelancer (institucional)R$1.000 – R$15.000varia com quem você contrata
Construtor DIY (Wix, Squarespace)R$15 – R$1.000/mêsR$0 – R$100/mês, com limites

Por que as duas colunas divergem tanto? Porque a coluna da esquerda pressupõe processo manual: cada site é desenhado, codado e testado do zero, e o preço é basicamente a soma das horas de designer, dev e gerente de projeto. A coluna da direita pressupõe plataforma própria madura — a estrutura (painel, SEO técnico, responsividade, infraestrutura) já existe e foi paga uma vez, então o projeto começa no ponto em que o processo manual termina.

Não é desconto. É outro modelo de produção. Na Tecna, o Tecna.CMS monta em poucas horas a base que um processo manual consome dias para levantar — e é por isso que o site completo cabe em R$1.800 a R$5.000, parcelável em 6x sem juros, com valor médio de R$2.400.

Um aviso antes de você levar qualquer número desses para uma reunião: faixa de preço isolada não decide nada. Dois orçamentos de R$3.000 podem ser projetos completamente diferentes — um entrega domínio no seu CNPJ, SSL, painel de edição e SEO técnico; o outro entrega um template genérico hospedado numa conta que não é sua. A pergunta certa não é "quanto custa", é "o que eu levo por esse preço". As próximas seções respondem exatamente isso, tipo por tipo.

Os 7 fatores que definem o preço de um site

1. Escopo — quantas páginas e quantas decisões O preço de um site é, na prática, o preço das horas gastas para pensá-lo. Uma landing page tem uma promessa, um formulário e uma decisão de layout. Um institucional com 6 páginas de serviço tem seis promessas diferentes, seis conjuntos de texto, seis títulos de SEO, seis blocos de prova. Cada página nova não soma só produção: soma menu, links internos, revisão e teste no celular. É por isso que a diferença entre "site de 5 páginas" e "site de 20 páginas" pesa mais no orçamento do que qualquer plugin.

2. Design — template, tema customizado ou sob medida Três níveis, três preços. Template pronto ajustado com sua marca e suas cores é o mais barato e resolve muito bem PME de serviço. Layout desenhado sobre uma base madura (o caminho da Tecna com o Tecna.CMS) custa pouco mais e entrega identidade sem reconstruir a engenharia. Design 100% do zero — wireframe, protótipo no Figma, aprovação tela por tela, front-end feito à mão — multiplica horas de UI e é o principal motivo pelo qual agências de mid-market abrem propostas na casa das dezenas de milhares. Bonito é obrigação em qualquer faixa; único é que custa caro.

3. Quem executa O mesmo escopo muda de preço conforme a mão. Construtor DIY cobra mensalidade e cobra seu tempo. Freelancer entrega barato porque não tem estrutura — e o risco vem embutido: um profissional, uma agenda, um ponto único de falha. Agência tradicional cobra processo (briefing, redação, revisão, QA, suporte) e uma equipe que não desaparece. Agência com plataforma própria cobra o processo, mas com a base já construída. É a variável que mais desloca o número final, e a que menos gente compara direito.

4. Funcionalidades Site que só apresenta é barato. Site que faz custa mais, e o pulo é por integração: formulário que cai no CRM, botão que abre WhatsApp com rastreio de origem, área logada para cliente, catálogo com filtro, checkout com gateway e cálculo de frete. Cada integração é código, teste e tratamento de erro. Área logada, especificamente, muda a natureza do projeto — deixa de ser site e começa a virar sistema web.

5. Conteúdo — quem escreve os textos A pergunta que quase ninguém faz no orçamento. Se você entrega os textos prontos, o projeto anda e custa menos. Se a agência escreve, entram horas de copy, entrevista com você e pesquisa de palavra-chave — e é justamente essa parte que faz o site vender. Fotos seguem a mesma lógica: banco de imagem é incluso, ensaio real na sua operação é linha extra no orçamento. Site travado esperando texto do cliente é a causa nº 1 de prazo estourado.

6. SEO técnico de origem Fazer certo na construção custa pouco; corrigir depois custa um projeto novo. Estrutura de títulos, URLs limpas, meta tags editáveis, sitemap, dados estruturados, imagens comprimidas, Core Web Vitals. Orçamento barato que omite isso não economizou — só transferiu a conta para o dia em que você contratar tráfego e descobrir que o site não sustenta.

7. Infraestrutura Hospedagem compartilhada de R$20 a R$150 por mês serve site simples. AWS com CDN, backup automático e SSL renovado sem você tocar em nada custa mais no papel e menos na prática — cada segundo de carregamento é conversão e ranqueamento. Pergunte sempre onde o site vai morar e em nome de quem está a conta.

Preço por tipo de site: o que você leva em cada faixa

Os sete fatores explicam por que o preço varia; falta o que ele compra. As próximas seções abrem tipo por tipo — landing page, institucional completo, site com blog e SEO, loja virtual e sistema sob medida — com o que o mercado cobra, o que a PME realmente paga e, principalmente, o que está incluso em cada faixa.

Quanto custa uma landing page

O mercado brasileiro cobra R$1.200 a R$5.500 por uma landing page de campanha e R$4.000 a R$12.000 quando ela tem checkout, área de pagamento e integração com plataforma de vendas. Para PME, o piso real é R$1.200 — e por esse valor a página precisa entregar mais que um layout bonito.

Uma LP profissional inclui, no mínimo:

  • Copy orientada a conversão — proposta de valor no primeiro scroll, prova social, quebra de objeção e uma única ação pedida. Página com três CTAs diferentes não converte, divide.
  • Formulário e WhatsApp integrados — lead cai no seu e-mail, no CRM ou direto na conversa. Se o lead chega e ninguém responde em 5 minutos, você pagou por tráfego para esquentar cadeira.
  • Velocidade — LP é destino de anúncio pago. Cada segundo de carregamento a mais queima orçamento de mídia que você já pagou.
  • Tracking configurado — Google Analytics 4, Meta Pixel e eventos de conversão. Sem isso você não sabe qual anúncio gerou qual venda, e otimizar campanha se torna adivinhação.

Quando a LP basta: você tem uma oferta única, verba de tráfego pago e precisa validar demanda rápido. Um serviço, um público, uma página.

Quando é desperdício: sua empresa vende cinco linhas de serviço, quer aparecer em busca orgânica e depende de credibilidade institucional para fechar. Aí a LP isolada vira ilha sem autoridade — o Google não tem o que ranquear e o cliente não tem onde te pesquisar. Nesse cenário, o dinheiro rende mais num site completo com páginas de serviço.

Se a dúvida ainda está entre os dois formatos, vale ler landing page ou site institucional antes de assinar qualquer proposta.

Quanto custa um site para pequena empresa (institucional completo)

O site institucional completo é o que 8 de cada 10 PMEs realmente precisam: páginas individuais para cada serviço ou linha de produto, blog, depoimentos de clientes, página de contato e formulário de orçamento. As tabelas de mercado colocam isso entre R$2.500 e R$7.000 na versão simples e R$5.000 a R$14.000 na versão completa (QueroSite, 2026). Esse número não é abusivo — ele reflete um processo manual honesto.

Só que existe outro caminho. Em agência que trabalha com plataforma própria, o mesmo escopo completo sai entre R$1.800 e R$5.000, com valor médio na casa de R$2.400 e parcelamento em 6x sem juros. Na Tecna, esse piso de R$1.800 aparece em campanha; R$5.000 é o teto de projetos mais sofisticados, com muitas páginas e integrações.

De onde vem a diferença? Não de corte de qualidade. No processo manual, cada site é construído do zero: alguém desenha o layout, alguém codifica o cabeçalho, alguém configura o painel, alguém testa em cinco tamanhos de tela. São dias — às vezes semanas — de trabalho antes da primeira palavra de conteúdo entrar. Com um CMS próprio maduro (no nosso caso o Tecna.CMS, que roda o próprio site da agência), a estrutura já existe, testada e otimizada. As horas do projeto vão para o que muda resultado: estratégia de páginas, texto de venda, SEO técnico, foto e ajuste de conversão. É eficiência industrializada, não desconto.

Independente da faixa que você escolher — R$1.800 ou R$14.000 —, estes itens têm que estar no escopo. Se faltar um, o orçamento está incompleto:

  • Domínio registrado no CNPJ da sua empresa, não no da agência.
  • Certificado SSL ativo (o cadeado; sem ele o navegador marca seu site como "não seguro").
  • Painel de edição para você trocar texto, foto e post de blog sem abrir ticket.
  • SEO técnico de origem: títulos e descrições por página, URLs limpas, sitemap, dados estruturados, velocidade.
  • Responsivo de verdade, testado no celular — de onde vem a maioria do seu tráfego.
  • Hospedagem especificada: onde o site vai morar e com que infraestrutura (a Tecna usa AWS com CDN).

Sobre prazo: institucional completo se entrega em 2 a 4 semanas, contando aprovação de conteúdo e revisões. Quem promete três meses para um site de dez páginas está vendendo fila, não trabalho. Quem promete 48 horas está entregando template com o texto trocado.

Quanto custa um site com blog e SEO

O mercado cobra R$7.000 a R$18.000 por um site com blog e estratégia de SEO (QueroSite, 2026). O salto em relação ao institucional simples não está no número de páginas — está em três frentes que consomem horas de especialista:

  • Arquitetura de conteúdo. Definir clusters (que assunto é pilar, que assunto é satélite), categorias, links internos entre posts e páginas de serviço. Sem isso você publica texto solto e o Google não entende sua autoridade sobre nada.
  • Performance. Blog cresce; imagem pesada, script desnecessário e hospedagem compartilhada travam o carregamento à medida que o volume sobe. Por isso CDN e compressão automática de imagem entram no escopo. Site rápido não é luxo, é ranqueamento.
  • Dados estruturados. Marcação de artigo, autor, data, FAQ e breadcrumb — o que faz seu conteúdo aparecer com destaque na busca em vez de virar mais um link azul.

Na prática para PME, a estrutura de blog (listagem, categorias, post, busca interna, SEO por post) já vem no pacote completo de site — na Tecna, dentro da faixa de R$1.800 a R$5.000, porque o Tecna.CMS entrega essa arquitetura pronta. O que custa dinheiro recorrente depois é o conteúdo: alguém precisa escrever, publicar e medir toda semana.

E é o único tipo de site que trabalha de graça com o tempo. Tráfego pago para quando você para de pagar; um artigo bem posicionado traz visita no mês 3, no mês 12 e no mês 30. Trinta posts que geram 40 visitas/mês cada são 1.200 visitas mensais que você não aluga de ninguém. Blog não é despesa de site — é canal de aquisição com custo marginal decrescente.

Quanto custa uma loja virtual

Loja virtual é outro jogo: você não está vendendo informação, está processando dinheiro, estoque e frete. Faixas de mercado em 2026:

OperaçãoFaixa de mercado
Até 50 produtosR$5.000 – R$14.000
Até 500 produtosR$12.000 – R$40.000
Operação grande (multi-canal, alto volume)R$30.000 – R$150.000+

Quatro coisas movem esse ponteiro:

  • Gateway de pagamento — Pix, cartão com parcelamento, boleto, antifraude. Cada meio é uma integração e um fluxo de erro para tratar (pagamento recusado, estorno, conciliação).
  • Frete — cálculo por CEP, tabela dos Correios/transportadora, regras de frete grátis por região ou valor de carrinho. Frete errado come margem em silêncio.
  • ERP e estoque — integrar Bling, Tiny, Omie ou o sistema que você já usa. Sem isso, alguém digita pedido à mão e vende produto que acabou.
  • Volume e variação de produtos — 30 SKUs simples é diferente de 400 com tamanho, cor e grade. O trabalho está no cadastro, na busca e nos filtros, não no visual.

O alerta honesto: se você fatura até algumas dezenas de milhares por mês, com catálogo padrão e logística comum, plataforma pronta (Nuvemshop, Shopify) resolve. Você paga mensalidade e comissão, mas ganha checkout testado por milhões de compras, app de gestão e atualização de segurança sem você pedir. Loja sob medida se justifica quando a regra de negócio não caberia numa plataforma: precificação dinâmica por cliente, catálogo B2B com tabela por CNPJ, produto configurável, integração pesada com fábrica ou com sistema legado. Nesse ponto você não está mais comprando loja — está comprando sistema web.

Fazer loja sob medida só para "ter algo diferente" é a forma mais rápida de gastar R$30 mil e ficar com um checkout pior que o da concorrência.

Quanto custa um sistema web sob medida

Aqui a conversa muda de natureza. Site é vitrine: quem chega, lê, se convence e manda mensagem. Sistema web é ferramenta de trabalho: alguém faz login todo dia e usa aquilo para operar a empresa. O mercado cobra de R$20.000 a R$200.000 ou mais — a variação enorme não é margem de agência, é escopo: um portal com três telas e um relatório não é o mesmo animal que um sistema com perfis de acesso, integração fiscal e automação de aprovação.

O que entra nessa faixa:

  • Área do cliente / portal — login, histórico de pedidos, segunda via de boleto, download de documentos, abertura de chamado. Tira do WhatsApp da sua equipe o que o cliente resolve sozinho.
  • Integrações — ERP, emissor de nota, gateway de pagamento, transportadora, CRM, planilhas que hoje alguém preenche à mão duas vezes.
  • Automação de processo — orçamento que segue fluxo de aprovação, ordem de serviço que muda status e dispara aviso, cobrança recorrente, distribuição automática de lead para o vendedor certo.
  • Painéis de gestão — números da operação em tempo real, não relatório fechado no dia 5 do mês seguinte.

Como saber que você saiu do território "site" e entrou em software? Três sinais bem objetivos: você tem planilha crítica que se quebrar para a empresa; alguém digita a mesma informação em dois lugares diariamente; seu processo é seu diferencial e nenhum sistema de prateleira encaixa nele sem gambiarra. Se um desses é verdade, o gasto não é com site — é com sistemas web sob medida, e o retorno se mede em horas de equipe devolvidas e erro humano eliminado, não em leads.

Um detalhe de orçamento que quase ninguém avisa: sistema não termina na entrega. Reserve de 15% a 20% do valor do projeto por ano para evolução, correção e novas integrações — software vivo muda junto com o negócio. A anatomia completa desses preços (como escopo, integrações e squad formam o número) merece guia próprio, e ele vem.

Construtor com IA, freelancer ou agência: quem deve fazer seu site

Quatro caminhos, quatro estruturas de custo diferentes. A escolha não é sobre qualidade abstrata — é sobre o momento do seu negócio e o que você vai fazer com o site depois de entregue.

Quem fazInvestimentoPrazoMelhor paraO risco real
Construtor DIY (Wix, Squarespace, IA)R$0 a R$1.000/mês (planos a partir de ~R$15/mês)Um fim de semanaValidar uma ideia, testar oferta, MVPSEO limitado, domínio e template presos à plataforma, migração dolorosa depois
FreelancerR$3.000 a R$15.000 (WordPress a partir de R$1.000)3 a 8 semanasEmpresa com escopo claro e alguém interno que acompanheContinuidade: uma pessoa, uma agenda — se ela sair do mercado, você fica sem quem mexe
Agência tradicionalR$5.000 a R$50.0006 a 12 semanasEmpresa com verba de marketing consolidada e projeto de marcaPreço de mid-market: você paga horas de processo manual que não viram resultado
Agência com plataforma própriaR$1.800 a R$5.000 (6x sem juros)2 a 4 semanasPME que quer site como canal de venda, não como cartão de visitaAprisionamento — se a plataforma for fechada e o site não for seu, você trocou preço por dependência

Construtor serve para validar, não para crescer. R$15 por mês para descobrir se sua oferta tem demanda é dinheiro bem gasto. O problema aparece no mês 14: você quer estrutura de blog para SEO, integração com CRM, redirect de URL antiga, dado estruturado — e a plataforma responde "não temos isso no seu plano". Aí você paga o site novo e a migração. Somando 24 meses de plano intermediário, muita empresa já gastou mais do que custaria um site próprio de verdade.

Freelancer bom é excelente negócio — e existe. Se você encontrou um profissional com portfólio, contrato e prazo, contrate. Dois cuidados que valem mais que desconto: peça o acesso ao domínio e à hospedagem no seu nome desde o primeiro dia, e combine por escrito quem mexe no site em janeiro do ano que vem. O risco não é técnico, é de disponibilidade: uma pessoa adoece, muda de carreira, pega um cliente grande. Quando isso acontece com um site que só ela sabe editar, o custo de resgate passa fácil de R$2.000.

Agência tradicional cobra caro por um motivo legítimo: equipe, briefing, design sob medida, revisão, gerente de projeto. Se você é indústria com três linhas de produto e precisa de arquitetura de informação pensada do zero, é dinheiro justo. Se você é uma clínica com seis serviços e quer aparecer no Google, você está pagando por dias de construção manual de algo que já existe pronto e bem-feito.

Agência com plataforma própria é o encaixe da PME: o processo da agência — estratégia, copy, SEO técnico, revisão — com o preço viável porque a estrutura já está construída e testada. É o modelo da Tecna: o Tecna.CMS entrega pronta e testada a base que um processo manual precisa erguer do zero a cada projeto — e o tempo economizado se converte em texto de venda, estrutura de SEO e integração com WhatsApp.

Só faça uma pergunta antes de fechar, com qualquer fornecedor deste tipo: a plataforma me prende ou o site é meu? Domínio no seu CNPJ, conteúdo exportável, liberdade de sair sem perder tudo. Se a resposta for evasiva, o preço baixo é isca de assinatura vitalícia. Se for direta e documentada em contrato, você achou eficiência de verdade.

O que um orçamento sério de site precisa incluir (checklist)

Um orçamento de site que cabe em três linhas de WhatsApp não é orçamento — é aposta. Antes de assinar, exija que cada item abaixo esteja escrito, com nome, número ou prazo. Use esta lista como filtro: qualquer proposta que ignore mais de dois pontos vai gerar custo extra depois.

  • Domínio registrado no CNPJ (ou CPF) da sua empresa. O domínio é o único ativo do projeto que não se refaz: é o endereço que acumula autoridade no Google e está impresso nos seus cartões. Pegadinha comum: a agência registra no próprio nome "para facilitar" e, na hora da saída, você descobre que precisa negociar o seu próprio endereço.
  • Certificado SSL incluído e renovação automática. Sem HTTPS, o Chrome exibe "Não seguro" e formulário de orçamento vira aviso de perigo. Pegadinha: SSL grátis instalado uma vez e nunca renovado — o site cai em aviso de segurança no mês 4.
  • Hospedagem especificada: onde, em qual infraestrutura, com qual backup. "Hospedagem inclusa" sem nome não diz nada; peça o provedor (AWS, cloud dedicada, compartilhada), a política de backup e a frequência. Pegadinha: servidor compartilhado lotado que derruba o site em pico de campanha paga.
  • Painel de edição no seu acesso, com treinamento. Trocar um telefone, publicar um post ou subir uma foto de obra não pode depender de abrir ticket. Pegadinha: site "estático" entregue sem painel — cada alteração de texto passa a custar hora de desenvolvedor.
  • SEO técnico detalhado item por item. Peça o que exatamente: title e meta description por página, estrutura de H1/H2, URLs limpas, sitemap.xml, robots.txt, dados estruturados, imagens comprimidas, Core Web Vitals e Google Search Console configurado. Pegadinha: "SEO incluído" que significa apenas ter instalado um plugin.
  • Responsivo testado em celular, não só "adaptável". A maior parte do tráfego de PME chega pelo celular; menu quebrado no iPhone é venda perdida. Pegadinha: aprovação feita só no desktop do cliente — o erro aparece no mês seguinte.
  • Prazo com etapas e datas. Um cronograma sério separa briefing, arquitetura, layout, conteúdo, homologação e publicação — institucional resolve em 2 a 4 semanas. Pegadinha: "em 30 dias" sem marcos: o projeto trava esperando seus textos e ninguém sabe de quem é a culpa.
  • Quem escreve o conteúdo, e quantas fotos entram. Texto e imagem são a parte que mais atrasa projeto no Brasil. Pegadinha: orçamento fecha barato porque assume que você entrega tudo pronto — e você não tem.
  • Cláusula de saída: o site é seu. O contrato deve dizer que domínio, conteúdo e arquivos são seus e podem ser migrados se você cancelar. Pegadinha: mensalidade que, ao ser interrompida, apaga o site do ar.
  • Suporte pós-entrega com escopo e SLA. Defina o que está coberto (correção de bug, ajuste de texto, atualização de segurança), o que é cobrado à parte e em quanto tempo respondem. Pegadinha: garantia de 30 dias que expira justamente quando você começa a usar o site de verdade.

Imprima, cole no e-mail de cotação e mande para os três fornecedores que estão na disputa. As respostas — e principalmente os silêncios — vão ordenar as propostas melhor que o preço.

Quanto custa manter um site por mês

O site pronto não é o fim do custo — é o começo de uma despesa pequena e previsível. Três linhas compõem a conta:

ItemCusto realObservação
Domínio .com.br~R$40–50/ano (registro.br)Confira o valor vigente; pagamento anual, no seu CNPJ
Hospedagem compartilhadaR$20–150/mêsSuficiente para institucional com tráfego moderado
Hospedagem cloud (AWS/CDN)Acima disso, conforme usoVale quando velocidade e picos de acesso importam
Manutenção técnicaR$100–400/mêsVaria com o tamanho do site e o volume de ajustes

Cenário típico de um site institucional de PME: R$100 a R$250 por mês, somando domínio diluído, hospedagem e um plano de manutenção básico. É menos do que a maioria das empresas gasta em café no escritório — e menos do que uma diária de tráfego pago em campanha média.

O problema é que quase ninguém explica o que o item "manutenção" compra. Não é uma taxa para o site continuar existindo. É isto:

  • Atualizações de plataforma e plugins. Em WordPress, o núcleo e os plugins recebem correções constantes; plugin desatualizado é a porta de entrada número um de invasão em site de PME.
  • Backup com restauração testada. Backup que ninguém nunca restaurou é fé, não segurança. O que importa é o tempo para voltar ao ar: horas, não dias.
  • Monitoramento de uptime e SSL. Alguém precisa descobrir que o site caiu ou que o certificado expirou antes do seu cliente descobrir.
  • Pequenos ajustes de conteúdo. Trocar um telefone, subir três fotos novas, corrigir um preço, publicar um serviço. Em geral cabe em 1–2 horas/mês.
  • Acompanhamento técnico de SEO. Links quebrados, páginas fora do índice, queda de velocidade após upload de imagens gigantes — coisas que derrubam ranqueamento em silêncio.

O risco de site abandonado é concreto e cobra caro. Site sem manutenção por 12 meses costuma acumular a mesma lista de problemas: versão antiga da plataforma, vulnerabilidade explorada por bot (que injeta redirect para site de aposta ou farmácia), certificado vencido, telefone antigo na página de contato, e um blog cujo último post é de dois anos atrás — sinal claro para o visitante de que a empresa talvez não exista mais. Recuperar um site invadido custa mais do que dois anos de manutenção preventiva, e o tempo fora do ar é lead que foi para o concorrente.

Duas perguntas para fazer a quem te vender manutenção: o que exatamente está incluído por mês (horas de ajuste? só técnico?) e em quanto tempo você responde a um site fora do ar. Se a resposta for vaga nas duas, você está pagando por um seguro que não cobre nada.

Uma observação de escopo: manutenção não é a mesma coisa que evolução. Criar uma landing page nova para uma campanha, integrar o formulário ao CRM ou publicar quatro artigos por mês são projetos com preço próprio — e devem aparecer separados no orçamento, não escondidos numa mensalidade elástica.

Custos ocultos: o que não aparece no orçamento

Orçamento fechado não é o mesmo que custo total. Quatro itens costumam aparecer depois da assinatura — e dois deles custam mais que o próprio site.

Migração do site antigo. Se você já tem um site no ar há anos, ele tem histórico no Google: páginas indexadas, URLs que aparecem em buscas, links de outros sites apontando para você. Trocar de site sem levar isso em conta significa jogar esse ativo no lixo. A migração feita direito envolve inventário de URLs, transferência de conteúdo (inclusive artigos de blog antigos), redirecionamento 301 de cada endereço velho para o novo e reenvio de sitemap. Feita errado, o resultado clássico é queda de tráfego orgânico em 30 a 60 dias — e recuperar isso leva meses. Pergunte antes de fechar: a migração de conteúdo e os redirects estão inclusos ou são serviço extra? Se for extra, exija o valor no papel; em orçamentos de mercado esse item vai de algumas centenas a alguns milhares de reais, dependendo do número de páginas.

Conteúdo e fotos. Quase todo orçamento de site pressupõe que você entrega os textos. Se ninguém na sua empresa vai escrever a página de serviços, o texto vira linha nova: copy profissional é cobrada por página. Foto é o mesmo caso — banco de imagens genérico resolve o layout mas mata a credibilidade de quem vende serviço local; ensaio fotográfico de fachada, equipe e produto custa entre algumas centenas e alguns milhares, e é dinheiro bem gasto em site de prestador. O custo oculto real aqui não é financeiro: é prazo. Projeto de duas semanas que atrasa três meses porque o cliente não mandou os textos é o cenário mais comum do mercado.

Aprisionamento. O mais caro dos quatro, porque só aparece quando você quer sair. Site em plataforma fechada que não te entrega o domínio, não te dá acesso ao código, não permite exportar o conteúdo e cobra mensalidade obrigatória para continuar no ar. Você não comprou um site — alugou. No dia da mudança, o custo é refazer tudo do zero: R$1.800 a R$5.000 novamente, mais a migração, mais o tráfego perdido no intervalo. Regra prática: domínio no seu CNPJ, conteúdo exportável e site que continua no ar se a relação com o fornecedor terminar. Sem esses três, o preço da proposta é ficção.

Taxas de plataforma (e-commerce). Em loja virtual, o gasto recorrente costuma superar o investimento inicial no primeiro ano. Some mensalidade da plataforma, taxa do gateway de pagamento por transação, app de frete, app de recuperação de carrinho, ERP. Uma loja faturando R$50 mil/mês paga percentual sobre cada venda — faça essa conta em 12 meses antes de comparar plataforma pronta com loja sob medida. É exatamente onde a decisão muda de figura.

Criar site com IA: quanto custa e quando vale a pena

"Melhor IA para criação de sites" virou uma das buscas que mais cresce — e a resposta honesta é: depende do que você chama de site. As ferramentas de geração por prompt (você descreve o negócio, ela devolve layout, textos e imagens em minutos) custam de R$0 a R$200/mês, na mesma faixa dos construtores DIY. Para validar uma ideia, montar um portfólio ou colocar uma página no ar em uma tarde, é dinheiro bem gasto. Como primeira versão, funciona.

O problema é o que a IA não faz sozinha:

  • Estratégia. A IA gera uma página bonita sobre o que você pediu. Ela não decide qual serviço deve estar na home porque tem a maior margem, nem qual objeção do seu cliente precisa ser derrubada antes do formulário. Isso vem de conversa com quem vende, não de prompt.
  • SEO técnico de verdade. Layout gerado não é o mesmo que arquitetura de URLs, heading semântico, dados estruturados, sitemap, títulos escritos para a busca real e Core Web Vitals no verde. Muita ferramenta entrega HTML pesado e estrutura genérica — o site existe e não aparece.
  • Integração. Formulário que cai no e-mail é o mínimo. Lead que entra no CRM com origem da campanha, dispara mensagem no WhatsApp e vira tarefa para o vendedor é outra conversa — e é aí que o site deixa de ser vitrine e começa a vender.
  • Manutenção e responsabilidade. Quando o site cair, quando o Google mudar critério, quando o texto precisar de ajuste na terça de manhã: a IA não tem telefone. Ninguém responde pelo resultado.

A posição da Tecna é simples: IA dentro do processo de engenharia, não no lugar dele. Usamos IA para acelerar rascunho de texto, variações de copy, tratamento de imagem, geração de trechos de código e revisão — o que antes levava horas leva minutos. A decisão de escopo, o SEO técnico, a performance na AWS, a integração com CRM e WhatsApp e a garantia de que aquilo continua funcionando seguem sendo trabalho humano, com nome e responsável. É por isso que o preço cai sem a qualidade cair.

Se o seu interesse é usar IA para vender — e não só para gerar páginas —, o assunto é automação e IA: atendimento no WhatsApp, qualificação de lead e resposta em segundos, 24 horas por dia.

Quando o site se paga: contas de retorno

Pare de olhar o site como despesa e olhe como um vendedor que você paga uma vez. Um site completo de R$2.400 parcelado em 6x sem juros custa R$400 por mês — menos que o vale-transporte de um funcionário, menos que uma diária de estande em feira, menos que um mês de mídia mal investida.

Cenário 1 — prestador de serviço local (climatização, odontologia, contabilidade, advocacia). Ticket médio de R$1.200. O site recebe de 5 a 10 contatos qualificados por mês (formulário + WhatsApp) e você fecha 2. Receita: R$2.400 no mês — o site inteiro pago em 30 dias, com a parcela ainda em R$400. Fechando um único cliente, você já cobre três parcelas. A partir do mês 7 o custo do site é zero; sobra só a manutenção.

Cenário 2 — comércio/distribuidora com ticket menor. Ticket médio de R$350, margem bruta de 30% (R$105 por venda). Se o site trouxer 12 pedidos/mês, são R$1.260 de margem contra R$400 de parcela. Aqui o retorno não vem de um fechamento heroico, vem de volume e recorrência: o cliente que achou você pelo Google e comprou uma vez volta pelo WhatsApp nas próximas.

Agora a comparação que dói: um mês de Google Ads modesto para PME custa entre R$1.000 e R$2.000 entre mídia e gestão. É o site inteiro em uma única fatura mensal — e se o clique cair numa página lenta, sem prova social e sem botão de contato visível, você paga o anúncio para perder o lead. Tráfego pago sem destino decente é vazamento com nota fiscal.

Dois multiplicadores mudam a conta sem mudar o preço:

  • Velocidade. Cada segundo a mais de carregamento derruba conversão e posição no Google ao mesmo tempo — o detalhe da conta está em velocidade de site e vendas.
  • Estrutura de conversão. Site bonito que não pede contato não vende. Os erros mais comuns estão mapeados em por que seu site não gera leads.

Uma ressalva honesta: o site não fabrica demanda do zero. Ele captura, qualifica e converte a demanda que já existe — a sua reputação, suas indicações, suas buscas de marca e seus anúncios. Sem ninguém chegando, nenhum site se paga. Com gente chegando, um site de R$400/mês é o investimento de marketing com o melhor retorno da sua planilha.

O barato que sai caro (e o barato que é só eficiência)

Preço alto não é garantia de nada. Existe site de R$12 mil entregue em WordPress genérico, com plugin pirata, sem SEO técnico e sem painel decente. E existe site de R$2.400 com domínio no CNPJ do cliente, SSL, hospedagem em AWS, CDN, dados estruturados e painel de edição próprio. O que separa os dois não é o valor na proposta — é a estrutura que vem embaixo dele.

O barato-armadilha tem assinatura reconhecível: domínio registrado na conta do fornecedor, hospedagem "inclusa" sem dizer onde, nenhuma menção a SEO técnico, nenhum painel (qualquer troca de telefone volta como pedido por WhatsApp), zero suporte após a entrega. Esse site costuma durar 12 a 18 meses. Depois vem o refazer — e a conta dobra: você paga o segundo site, paga a migração que ninguém planejou, e perde os leads dos meses em que o primeiro estava no ar sem converter nada. R$900 economizados na largada viram R$4.000 gastos em dois anos.

O barato-eficiência é outra coisa. O preço cai porque a estrutura já existe e é reaproveitada com qualidade: CMS proprietário maduro, infraestrutura montada, SEO técnico embutido no template, componentes testados em centenas de projetos. As horas do time não vão para reinventar um menu responsivo — vão para arquitetura de conteúdo, texto de venda e configuração de conversão. É industrialização de processo, não corte de escopo. Por isso a Tecna entrega site completo a partir de R$1.800, com média de R$2.400 e 6x sem juros, sem tirar nada da lista do checklist.

Os 4 sinais que distinguem um do outro em qualquer orçamento

  1. O domínio está no seu CNPJ? Se a resposta é vaga, é armadilha. Sem exceção.
  2. Existe painel de edição e você vai ser treinado nele? Autonomia é sinal de estrutura; dependência é sinal de amarra.
  3. O SEO técnico está descrito item por item (títulos, URLs, sitemap, dados estruturados, Core Web Vitals) ou só aparece a palavra "otimizado para o Google"?
  4. A infraestrutura tem nome? "AWS com CDN e backup diário" é resposta. "Servidor próprio de alta performance" não é.

Quatro perguntas, dois minutos. É o filtro mais barato que existe entre um investimento e um prejuízo parcelado.

Perguntas frequentes sobre preço de site

Quanto custa criar um site profissional?

O mercado brasileiro cobra de R$2.500 a R$14.000 por um site institucional em 2026, e de R$7.000 a R$18.000 quando entra blog com estratégia de SEO (QueroSite, 2026). Agências que trabalham com plataforma própria entregam o pacote completo por bem menos, porque a estrutura já está construída e as horas vão para conteúdo, estratégia e SEO. Na Tecna, uma landing page começa em R$1.200 e um site completo fica entre R$1.800 e R$5.000, com média de R$2.400.

Quanto custa um site para pequena empresa?

Entre R$1.800 e R$5.000, parcelável em 6x sem juros — ou seja, R$300 a R$830 por mês. Nessa faixa você deve receber páginas de serviços ou produtos, blog, depoimentos, contato, formulário de orçamento, domínio no seu CNPJ, SSL, painel de edição, SEO técnico e layout responsivo. Se o orçamento na mesma faixa não inclui esses itens, o problema não é o preço: é o escopo.

Quanto custa manter um site por mês?

Domínio .com.br custa cerca de R$40 a R$50 por ano no Registro.br. Hospedagem compartilhada fica entre R$20 e R$150 por mês; cloud com CDN e backup custa mais e entrega mais. Manutenção básica — atualizações, segurança, backup e pequenos ajustes — roda de R$100 a R$400 por mês. Um institucional bem estruturado se mantém por R$100 a R$250 mensais.

Dá para criar um site grátis? Vale a pena?

Dá. Construtores oferecem planos gratuitos e pagos a partir de ~R$15/mês, e isso resolve para validar uma ideia ou publicar uma página temporária. O custo aparece depois: subdomínio da plataforma (suaempresa.plataforma.com), limitação de SEO técnico, dificuldade de migrar e a conta que sobe conforme você adiciona recursos — até passar do preço de um site próprio.

Quanto tempo demora para criar um site?

Um institucional completo leva de 2 a 4 semanas — e o gargalo quase nunca é o desenvolvimento: é conteúdo, fotos e aprovação. Com estrutura de plataforma pronta, a montagem técnica é questão de dias. Landing page pode sair em menos de uma semana se o texto e as imagens já existirem.

Quanto cobra um freelancer para fazer um site?

De R$3.000 a R$15.000, dependendo da senioridade e do escopo; instalações em WordPress aparecem entre R$1.000 e R$10.000. Custo-benefício pode ser excelente. Os riscos são continuidade e suporte: se a pessoa muda de área, viaja ou simplesmente para de responder, você fica com um site que ninguém conhece por dentro. Exija documentação, acessos e contrato.

O site fica no meu nome?

Deve ficar — sempre. Domínio registrado no seu CNPJ, acessos de hospedagem e painel na sua mão, conteúdo e imagens seus. É a pergunta que separa fornecedor de captor. Na Tecna, o site roda no Tecna.CMS em infraestrutura AWS, e o domínio é seu desde o primeiro dia.

Dá para parcelar um site?

Sim. Na Tecna, 6x sem juros — R$2.400 viram R$400 por mês, menos do que a maioria das PMEs gasta em um mês de tráfego pago. E o site continua trabalhando depois de a última parcela cair, o que anúncio nenhum faz.

Preço de site não é mistério: é escopo, estrutura e quem executa. Você já tem a tabela, o checklist e os sinais de armadilha. Falta o número do seu caso.

Quer um número exato para o seu caso, sem compromisso? Fala com a Tecna — ou peça seu orçamento em tecna.com.br/contato. Conte em duas linhas o que sua empresa faz e o que o site precisa resolver; a gente responde com escopo, prazo e valor, sem enrolação. Veja também como funciona nossa criação de sites.

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